Grupo de Estudos Joaquim Nabuco – Ano IV

O G.E. Joaquim Nabuco reúne pessoas comprometidas com a defesa das instituições tradicionais, das liberdades autênticas, do livre mercado e da pessoa humana, sob inspiração católica.

A vitória de Trump

trump_electedO mundo não mudou com a eleição de Donald Trump, mas deixou de mudar. Isso é muito importante. Isso é conservadorismo. O Estado vai parar de crescer, os impostos serão reduzidos, a medicina não será mais estatizada, a questão climática deverá ser devidamente, como faço todos os dias, ridicularizada. Esse capítulo da loucura humana será arquivado. O mundo está agora mais sereno e mais pacífico, mais seguro.

Por Nivaldo Cordeiro.

Fui um dos poucos analistas que previu a retumbante vitória de Donald Trump, que inferi por conta própria vendo os dados da realidade, contra a opinião da mídia e dos institutos de pesquisa. Mais do que nunca a questão vital falou mais alto e as mentiras midiática caíram no vazio, sendo incapazes de seduzir o eleitorado. Muita coisa estava em jogo nas eleições, especialmente a paz mundial, a prosperidade e – muito importante – o destino dos EUA como nação cristã. Os democratas, cujas ideias estão cada vez mais confundidas com as comunistas, estavam subvertendo a vontade geral dos americanos, que se vêem como nação cristã. O hedonismo, o abortismo, o gaysismo e o uso recreativo de drogas seduziram as universidades e a mídia, mas não a maioria do povo americano. Sem contar com o ataque sistemático ao direito civil ao porte de armas. Tudo ruiu para os revolucionários com a derrota de sua candidata, Hillary Clinton.

Eu consegui prever o desfecho porque estava visível o desconforto popular com o Estado gigante que sempre crescia, com o abuso legal da lei injusta, que contraria o sentido de moralidade coletivo, o desconforto com o apoio diplomático e econômico contra potenciais inimigos da nação, como a China, com isso roubando empregos e a dinâmica da economia norte-americana. Desconforto maior com o projeto jamais ocultado pelos democratas de abrir as porteiras nacionais para a imigração em massa das hordas muçulmanas, que no longo prazo poderia mudar consideravelmente o eixo cultural e político do país, além de infiltrar células terroristas em solo americano. O paralelo com o Brexit na Inglaterra é óbvio e as forças elementares que o determinaram foram as mesmas que determinaram a eleição de Trump. Prever foi fácil, convencer as pessoas do desfecho mais provável é que foi difícil. A máquina de propaganda dos democratas fez da mídia uma unidade que satanizava diariamente o candidato republicano, fizesse ele o que fizesse.

Chegou-se ao dia da eleição com a falsa ideia consolidada de que a vitória de Hillare Clinton era óbvia e seria inexorável e avassaladora. Deram com os burros n’água.

Trump nunca escondeu sua ojeriza pelo projeto dos globalistas, que enfraqueceria o poder nacional; nunca escondeu que o confronto com a Rússia não era sensato e era contrário aos interesses permanentes dos EUA (e do mundo). Nunca deixou de dizer que fortalecer o Irã era insano e contrário ao EUA e à paz mundial, especialmente no elemento nuclear. Nunca deixou de notar que o desmedido apoio ao comércio com a China foi custoso para os interesses dos trabalhadores americanos. Essas mensagens, por mais sofisticadas que fossem, chegaram ao eleitorado. O instinto de sobrevivência prevaleceu e o eleitorado votou em massa no candidato republicano. Vitória incontestável.

Deus salve a América! Essa frase deixou de ser uma exortação vazia para traduzir e louvar uma possível interferência divina no processo histórico, pois as hostes demoníacas naturalmente estavam alinhadas com a candidata democrata, líder das hordas que pediam tudo que não presta dentro dos valores tradicionais. Poderiam destruir o que restava da moral cristã tradicional. Os figurões da mídia, mesmo os que nutriam alguma simpatia por Trump, não hesitaram em dar a vitória antecipada a Hillary Clinton. Foi um fiasco memorável.

[Entre nós esse fiasco foi mais notável na Rede Globo e no seu canal GloboNews. No domingo comentei nas redes sociais que o programa Manhattan Connection não mais fazia jornalismo, mas boca de urna para Hillary Clinton. Os analistas destacados ontem para cobrir as eleições nos EUA não escondiam sua preferência e, a cada notícia de Trump vitorioso, iam murchando a voz e apresentando nítido sinais de frustrações. Foi patético. A figura grotesca do Guga Chacra resumiu todo o drama da derrota. Assim como a Globo, toda a mídia. Explicar tamanha torcida e erro de avaliação é admitir que o veículo virou puro e simples instrumento de propaganda da causa mundial dos globalistas. Perderam completamente a credibilidade.]

O mundo não mudou com a eleição de Donald Trump, mas deixou de mudar. Isso é muito importante. Isso é conservadorismo. O Estado vai parar de crescer, os impostos serão reduzidos, a medicina não será mais estatizada, a questão climática deverá ser devidamente, como faço todos os dias, ridicularizada. Esse capítulo da loucura humana será arquivado. O mundo está agora mais sereno e mais pacífico, mais seguro. Melhor assim.

Quem viveu viu acontecer um fato político monumental!

 

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Um comentário em “A vitória de Trump

  1. josue campos
    12 12America/Belem novembro 12America/Belem 2016

    Não esqueça de mencionar o erguimento do vergonhoso muro, simbólico ou não, contra todos nós que somos latinos.

    Curtir

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